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quinta-feira, 5 de maio de 2011

De encontro a uma árvore...


Nestas férias da Páscoa, resolvemos tirar uns dias para ir até à aldeia. Precisávamos de voltar às origens, ao contacto com a terra, com o ar puro, com o Sol que doira as espigas no campo... e ao fundo de nós, aos nossos desejos e sentimentos mais profundos que muitas vezes recalcámos por falta de tempo, da rotina que o dia-a-dia nos impõe e que nem sempre são fáceis de ultrapassar.

Quando chegamos, os  miúdos foram logo a correr ver os animais, brincar nos campos, subir às árvores, pareciam tolinhos com os primos...Nós arrumamos as malas e resolvemos fazer um pequeno passeio pelas redondezas. Já não íamos lá há muito tempo e querias ver como estavam as coisas. Na viagem tinhamos visto muitas terras abandonadas e querias ver como estavam as terras em volta. Seguimos pelos trilhos de mão dada, parecíamos 2 adolescentes, beijinho para aqui, carinho para ali...

Pelo caminho, várias casas abandonadas nos chamaram atenção. Mas estavam fechadas. Nessa altura já as tuas mãos não paravam quietas, por baixo do meu vestidinho de malha. Agarravas-me por trás e beijavas-me o pescoço, apertavas-me as mamas, os bicos tesos por baixo do tecido sem sutiã, sentia o teu pau duro nas minhas nádegas, uhm, delicioso. Não resisti a meter a mão por dentro do fato de treino, dos boxers, oh, não tinhas, estava ali solto, bem teso ao alcance da minha mão. Senti o sangue a ferver, uma humidade deliciosa entre as pernas...

Puxei-te para baixo de umas árvores, encostei-te a um  tronco e baixei-me à tua frente, tirando-o para fora...Lindo, bem teso e grosso. Bati com ele na boca, nos lábios, na língua molhada, comecei a lambê-lo, ouvi-te gemer de prazer... Há alguns dias que não nos tinhamos um ao outro...o desejo estava latente, ansiavamos pela satisfação dos corpos...Querias mais, enfiaste-mo na boca bem fundo e suguei-o com avidez, toquei-te os testículos com ambas as mãos, comecei então a chupá-lo bem, a lingua e os lábios a percorrerem toda a sua extensão, a mão a acompanhar o ritmo. Vi-te deitar a cabeça para trás, a contraires as nádegas e moveres a anca, fodendo-me a boca, devagar, sentia a glande inchada, bem grossa...da minha cona emanava um calorzinho bom, levei uma mão lá, estava toda húmida, meti os dedos nela, molhando-os com os meus fluídos de desejo e esfreguei-tos na barriga, olhando nos teus olhos...

"Fode-me agora", disse-te.

Ainda não tinha terminado de falar e já me agarravas e levantavas ao ar, pernas em redor das tuas ancas, encostando-me ao tronco da árvore. Senti-o bem teso encostado à minha cona, afastei a cuequinha para o lado e vi-o a deslizar para dentro dela, entrando bem fundo em mim, enquanto me beijavas a boca.


Começaste a investir em estocadas fortes, mas lentas, a tua pélvis a roçar o meu clitóris, a esfregares-te na minha cona, sedenta de ti...estocadas cada vez mais rápidas, o prazer a aproximar-se para ambos, os nossos gemidos a ecoarem por entre os chilreios dos pássaros...agarrava-me a ti, sentia os teus lábios no meu pescoço...estava perdida de tesão...desfalecida nos teus braços num prazer alucinante...senti também o teu, perdido nos jactos de leite quente dentro de mim, no teu urro de prazer no meu ouvido...
Ficamos assim, um tempo, perdidos no corpo e no prazer um do outro, até voltarmos à realidade. Delicioso!
Ao voltar para casa, vimos um palheiro abandonado, nas terras ao lado das nossas. De imediato os nossos olhos se cruzaram, maliciosos.
"Vimos cá logo à noite", disse-te ao ouvido. "És louca" disseste.

Mas esta história fica para depois.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Passo o dia assim...

...Louca...
         
               ... de vontade...
                  
                  ...de te ter...
                            
                              ... novamente...


...enquanto não chegas...

    ... o meu corpo ferve...

                               ...contorço-me de desejo por ti...

...mas não chega...
   
...Quero  mais!


E o que acham disto???!!!...



segunda-feira, 2 de maio de 2011

Confesso!!!...



Ando numa fase preguiçosa para ...escrever.
Não me apetece escrever. 
Lá em casa confesso que as coisas andam, assim...um pouco agitadas, é esgotante fisicamente, as noites tem sido muito...movimentadas...
... e depois, sabem como é a energia não chega para tudo: trabalho fora de casa, trabalhos "forçados" em casa, torturas no escritório, enfim, não me apetece dar ao dedo, salvo seja, escrever.

Mas prometo que quando esta preguiça passar vos contarei o que tenho andado a fazer.

O 1º post será sobre a Páscoa na aldeia...Uhm, só de pensar...fico assim...Oh, vocês sabem, com calor.

Até lá, divirtam-se.

Beijos.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Desejo a todos uma Páscoa bem...


                                                   ...Doce!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Ontem à noitinha, enquanto regava o jardim lembrei-me daquele fim de tarde, de um mês de Julho qualquer, em que eu também regava o jardim e em que tu vieste por trás e me abraçaste bem forte...Me beijaste o pescoço, me agarraste as mamas...em que te encostaste às minhas nádegas despidas por baixo do vestido de praia e roçaste o teu pau já bem duro nelas, enquanto descias a mão pela minha barriga e a metias por dentro das cuequinhas tocando o meu sexo já húmido...

Lembrei-me de quando te ajoelhaste ao mesmo tempo que mas tiravas e levantando-me o vestido me começas-te a beijar as nádegas, a cona já exposta...lembrei-me de me virares de frente, de colheres um morango ali ao pé, de o enfiares na minha cona e de o comeres depois lambuzado do meu sabor...
Lembrei-me da tua língua a lamber-me a cona ao mesmo tempo que o jacto de água da mangueira me tilitava o clitóris...

Lembrei-me das minhas mãos a apertar as mamas tesas, os mamilos erectos...
Lembrei-me do tesão enorme que sentiamos que até nos esquecemos dos vizinhos, enquanto me fazias chegar ao orgasmo com a tua língua hábil e gulosa que me lambia, chupava, mordiscava com avidez, no relvado do jardim...

Lembrei-me de termos corrido para o W.C da piscina e de me teres metido essa piça dura na cona, fazendo-me gemer bem alto de prazer...
Lembrei-me de me teres fodido várias vezes, de gritar bem alto que queria mais e mais...de estar louca de tesão...

...de pedir que me fodesses bem forte...
...dos teus gemidos de prazer no meu ouvido...







Lembrei-me de termos ficado a ver, o pôr-do-sol, a Lua e as estrelas, até de madrugada deitados na rede...
Lembro-me de sentir o teu abraço, o teu calor...
...e Lembrei-me de te Amar para sempre!
Amo-te!

Não acredito em bruxas mas que as há...!


Recebi este selinho hoje também do meu amigo querido Anatomista Sensorial ( http://oanatomistasensorial.blogspot.com), a quem agradeço com a maior sinceridade a protecção.

Como desejo o bem de todos, e acredito sinceramente que não tenho quem me deseje mal, acho que não mereço isso, pois nunca fiz mal a ninguém intencionalmente, pelo contrário,  passo este selo a todos os que me seguem e que visitam o meu blog. Basta copiar e colocar no vosso, já sabem bem como é.
Um bem haja a todos.

Um selo gostoso de receber!


Recebi hoje um selo que me deu muito prazer receber. Fiquei além de contente, agradecida e deveras lisonjeada, não por receber, um selo. Não é com esse objectivo que escrevo, receber selos, mas sim deitar cá para fora, recordações, desejos, fantasias, partilhar convosco momentos que me fizeram feliz, de tesão puro e que gosto de partilhar.
Lisonjeada por ter sido atribuido pelo meu Amigo Anatomista Sensorial (http://oanatomistasensorial.blogspot.com/) que tanto prezo e admiro, pelo seu talento, que gostava de ter e não tenho: o de colocar em poemas os seus sentimentos.
Agradeço-lhe o selo e os seus carinhosos comentários que espero ter sempre no meu blogue.

A missão associada a este selo é a de nomear 6 blogues que reconheço como excelentes:




Gostava de nomear muitos mais mas são só 6.

Quando comecei este bog, não sabia o que ía dar, nem tinha a certeza se iria ter tempo ou vontade de escrever nele. Se o que iria escrever iria suscitar interesse em alguém para que lê-se e muito menos comentasse os posts.

Agradeço por isso a quem me segue, lê e comenta e a quem não me segue, mas me lê e não comenta...A todos, Obrigada.







terça-feira, 5 de abril de 2011

A três...ou talvez...mais???!!!

    Estava uma noite de chuva, daquelas em que só apetece ficar mesmo no sofá a ver 1 bom filme e a comer 1 taça de gelado, cheio de calorias.

    Preparava-me para me sentar no sofá, quando me ligaste a dizer que tinhas uma surpresa para mim, para me vestir bem sexy e descer quando tocasses à campainha.

   Não nos víamos há algum tempo. Eramos amigos desde o liceu, conheciamo-nos como ninguém. Um dia envolvemo-nos um com o outro numa viagem de finalistas na Faculdade e foi muito bom. Os nossos corpos tocavam a mesma sinfonia e, por isso, de vez em quando, encontravamo-nos e faziamos umas loucuras, para saciar os corpos e lavar a alma.

   Vesti aquele vestido preto justo, com atilhos nas costas como os corpetes, meias de liga, botas até ao joelho de salto alto e um blusão de pele preto. Sem sutiã e com aquelas cuecas que adoras, abertas no meio. Queria que visses os meus bicos bem tesos por baixo do vestido. Estava curiosa para saber o que era desta vez. Sentia o tesão a subir à flor da pele, a cona com um calorzinho bom e levemente húmida.

    A campainha tocou e desci. Cá embaixo esperavas-me num táxi. Vieste buscar-me à porta com o guarda-chuva. Enquanto nos dirigíamos para o carro, senti a tua mão na minha cintura. Um arrepio percorreu-me o corpo ao teu toque.

    Entrámos no táxi e deste indicação ao motorista que seguisse. Vi-te a olhares-me, o teu olhar percorria-me os lábios, o vale dos seios, as pernas nuas, a cada centímetro o calor que sentia aumentava, sentia a cona a humedecer, o desejo de te beijar...
    
          ...pegaste-me no queixo e fizeste-me olhar-te. És um homem interessante, não bonito, mas muito atraente, moreno, lábios grossos, macios, olhar negro, penetrante, maxilar forte...os teus dedos acariciavam-me agora o pescoço e teimavam em descer perigosamente até ao meu peito.

    Aproximaste-te e beijaste-me bem devagar, percorrendo com a língua os meus lábios, brincando com eles, com a minha língua, sugando-os, bem devagar...Todo o meu corpo estava agora eléctrico, cheio de desejo por mais, os bicos das mamas estavam tesos, ansiosos por serem tocados, sugados por ti, pelos teus lábios... a tua língua...mordiscados...

    Passavas a palma da mão em cima deles, rodando-a de leve, quase sem tocar, o que ainda me excitava mais, enquanto me beijavas, sentia o tesão latente nos nossos corpos, sentia cada faisca de desejo em cada toque dos teus lábios, da tua língua nos meus...agarraste-me os cabelos na nuca inclinando-me a cabeça para trás e desceste pelo meu pescoço pondo-me num estado de quase êxtase. Sabes que adoro isso, e qualquer resistência que pudesse ter, cairia por terra. A tua mão descia agora para as minhas pernas, tocaste-as de início apenas com a ponta dos dedos, num vai e vem delicioso.

     "Estás a enlouquecer-me" disse-te. "Isto é só o começo" respondeste-me com um sorriso trocista, selando a minha boca com um beijo que me arrebatou a alma. A tua mão aberta acariciava agora o interior das minhas coxas que ferviam a cada toque teu, a cada cm que subias e te aproximavas do meu sexo...senti o teu sorriso de satisfação quando o tocaste e viste que tinhas acesso a ele sem ser preciso afastar a cuequinha. Os teus dedos tocaram o meu clitóris, apertando-o devagar entre os dedos polegar e indicador e rodando-o levemente como se estivesse a acariciar um cigarro entre os dedos. Era como se pequenos choques elétricos me percorressem o corpo, adorava isso e tu sabias. Afastaste os lábios e senti os teus dedos, 1º o anelar, depois também o médio penetrarem-me de uma vez, o polegar continuava a acariciar-me o clitóris. Sentia-me em ponto de bala, prestes a explodir nas tuas mãos tal era o tesão que sentia. Com a outra mão baixaste-me o vestido e começaste a lamber-me o mamilo. Delicioso...

   De relance, olhei para o retrovisor do carro e vi um olhar de desejo estampado, era uma mulher, ruiva, muito atraente por sinal. Senti a excitação aumentar ainda mais, por estarmos ali, assim, a ser observados. Mas, depressa me abstraí dos meus pensamentos, os teus lábios brincavam agora com o meu clitóris e o desejo era tal que não importava mais nada: os dedos entravam e saiam do minha cona com languidez, quando estavam lá dentro pressionavas o osso púbico, proporcinando-me um tal prazer que não me continha, gemia de prazer incontido...O olhar verde a contemplar-nos pelo retrovisor, cheio de luxúria, lábios entreabertos... De relance, vi que ela metia a mão entre as pernas, contorcendo-se, já que o carro tinha velocidades automáticas.


   Excitava-me ainda mais ver-nos ali observados por aquela desconhecida, enquanto se masturbava. Ouvi um gemido que não era meu, olhei para a desconhecida e vi que tinha o olhar toldado de tesão...

         Sentia um tesão enorme, queria sentar-me no teu colo e enfiar o teu pau teso que tinha na minha mão,  na minha cona molhada, apagar o fogo que me consomia as entranhas. Mas, em vez disso, baixei-me e tomei-o na minha boca de uma vez. Uhm, como era bom, grosso, bem duro de desejo. Senti-o pulsar na minha boca, enquanto o lambia com gosto. As veias latejantes, a cabecinha a babar-se... "Queres foder a minha cona, não queres?" "Sim, muito. Vais levar com esta piça bem forte. Chupa-a bem."
  
       "Ah!Uhm" Os gemidos da motorista de táxi excitavam-nos ainda mais.
    De repente o táxi parou. "Vamos!"
    Olhei para fora e reconheci o motel onde costumavamos vir quando queriamos matar saudades dos nossos corpos.
    Sai para fora, enquanto pagavas à motorista e trocavas umas palavras com ela.
    Fomos directamente para o quarto, já tinhas a chave.
    Mal entramos, agarraste-me por trás e começaste a beijar-me o pescoço. Sentia-me em brasa, tinha as coxas molhadas, um calor enorme aquecia-me as entranhas.
    "Hoje vou surpreender-te. Prepara-te para ter muito prazer."
    Enquanto, me beijavas ías-me despindo a roupa, aos poucos. Sentia a pressão do teu sexo no meu rabo, enquanto te esfregavas nele, uma mão no meu clitóris. As  minhas pernas estavam bambas, apertava as mamas com as minhas mãos, roçava o meu rabo em ti, queria que entrasses em mim, mas sabia que não ía ser assim tão fácil. Ías fazer-me implorar, castigar-me, levar-me ao extremo da minha resistência, acalmar-me e voltar a incendiar-me...

     Fomos despindo as roupas que restavam e dirigindo-nos para a cama.
        "Deita-te de barriga para cima."Obedeci-te, sentia um tesão tal que já não pensava sequer no que ías fazer-me e como, sabia que iria ter muito prazer.
        Vendas-te-me os olhos.  Enquanto me beijavas as mãos, os pulsos, os tornozelos ías prendendo-os às grades da cama. Estava agora totalmente à tua mercê, ao sabor dos teus desejos e do prazer que me ías proporcionar. Cada vez sentia uma excitação maior, sentia as tuas mãos a passearem pelo meu corpo, a tua boca percorria cada recanto desde os meus lábios, pescoço, mamas, barriga, às coxas abertas, sexo totalmente exposto. Arqueava-me para ti tal o prazer que sentia, queria que o lambesses, que o sugasses, mas não... sentia a tua língua na vulva, no espaço entre a coxa e a cona, mas, aquilo que eu mais desejava não me davas... o meu corpo ardia de desejo...

Pareceu-me ouvir a porta a bater, mas a excitação era tanta que achei que estava com alucinações...Afastaste-te um pouco, senti uma boca nos meus mamilos, sugando-os com avidez... uma língua, ao mesmo tempo no meu clitóris, lambendo-o devagar de um  lado para o outro, queria mais, o meu corpo arqueava-se para aquela boca que me provocava, uns lábios sugavam-me agora o clitóris, dedos penetravam-me na minha cona, sentia um prazer enorme, lábios que me beijavam o corpo, mãos que me tocavam, apertavam...que tesão.

Sentia agora a tua piça a esfregar-se na minha cona, no clitóris, e a entrar em mim de uma vez, uma língua a lamber-me ao mesmo tempo, que prazer, nunca tinha sentido isto, o meu corpo todo tremia de desejo, a cada investida, a cada lambidela...sentia o climáx a aproximar-se, ondas de prazer percorriam-me o corpo, contorcia-me, queria libertar-me agarrar o teu corpo, ver a quem pertencia aquela boca, aquela língua que me lambia a cona com tal mestria...não aguentava mais, senti que o teu prazer se aproximava também, sentia a força do teu corpo, contra o meu, explodimos os dois num orgasmo fabuloso, senti os teus jactos quentes bem fundo na minha cona, a boca segurava agora com cuidado o meu clitóris nos lábios, largando-o aos poucos, com pequenas lambidelas que foram subindo pelo meu corpo, até me selarem os lábios com um beijo.

Senti as amarras das pernas a serem retiradas, beijos depositados nas marcas que ficavam nas pernas, tal a força que havia feito, no calor do desejo... depois primeiro um braço, depois o outro...a venda...aqueles olhos verdes que me fitavam novamente, cheios de tesão, de luxúria...
...senti um misto de repulsa e atracção, não estava à espera...procurei os teus olhos, estavas deitado de barriga para cima, pernas abertas, cabeça apoiada numa mão e olhavas para mim com ar trocista...entrei no clima, na tua onda...olhámos uma para a outra e selamos o nosso pacto com um beijo, toquei o corpo daquela pseudo-desconhecida, senti as suas mãos percorrem-me o corpo...



....dirigimo-nos para o alvo dos nossos desejos, do nosso ataque...o teu membro que descansava agora sobre o teu ventre...sorriste...já sabias o que te esperava.

...duas bocas gulosas, desceram sobre ele, sedentas de o chupar, de o lamber, de o fazer endurecer e crescer novamente dentro delas...
...olhavas para nós a chupá-lo, via o desejo no teu olhar, enquanto o sentia já bem teso...num instante, pegaste a ruiva por trás e penetraste-a de uma vez, começando fodê-la sem dó... resolvi retribuir o prazer que ambos me haviam proporcinado e coloquei-me bem por baixo dos vossos corpos, lambia a cona da ruiva e as tuas bolas ao mesmo tempo, por vezes, tiravas o teu caralho da cona e enfiava-lo na minha boca, bem fundo, o sabor dos três misturava-se na minha boca...senti uma mão a acariciar-me o clitóris, ouvi um zunido e a ruiva enfiou-me um vibrador bem grosso na cona, começando a lamber-me e a foder-me a cona com ele ao mesmo tempo, preenchia-me bem...o teu caralho na minha boca e a fodê-la bem, a cona dela na minha língua, a boca dela a lamber-me...um tesão enorme apoderava-se de mim, arqueava o meu corpo para aquela boca, para aquele caralho de borracha que me fodia agora, os nossos gemidos ecoavam pelo quarto...era só tesão puro no ar.

Não aguentamos muito mais, e voltamos a perder-nos num orgasmo a três. Delírio total!  O teu caralho bem enterrado nela, o vibrador e a boca dela na minha cona...

Estavamos bem quentes e lambuzados, resolvemos ir tomar um banho para recuperar energias.




Ao entrarmos no W.C. surpreendeste-me ao sentar-me em cima do lavatório e começares a lamber-me a cona, ainda sensível do orgasmo explêndido que tivera. A ruiva, consolava-se novamente com o vibrador, acariciando o clitóris com ele e metendo-o bem fundo, a cona reluzente virada para nós, lambeste-a também um pouco, até que excitadas como estavamos chegamos novamente ao climáx.

Ficamos muito tempo, no banho, a água bem quente, a escorrer pelos nossos corpos, que se esfregavam uns nos outros, seis mãos, três corpos, a espuma a deslizar pelos nossos seios, pelo teu caralho, esfregava-lo bem nos nossos rabos. " Vou comê-los." disseste, enquanto nos beijavamos a três línguas.


Pedimos uma refeição leve, um vinho branco. Um leve bater na porta e as duas entreolhamo-nos, tu sorriste e levantaste-te, seguro de ti. Corpo bem tratado, musculado, alto. Um tesão!.


Abriste a porta para deixar passar um "monumento" como tu, a fotocópia, o gêmeo que nunca conhecera, mas que já ouvira falar vezes sem conta. Um arrepio percorreu-me a espinha. A coisa prometia ser em grande.
Dois corpos lindos, duas piças bem tesas por nossa conta. Uhm! Delicioso! Sorrimos uma para a outra, deliciadas com tal prato ao nosso dispor...

Apresentações feitas, o tesão aumentava dentro de mim, queria provar aquele membro novo bem ali na minha frente, ao alcance da minha mão, da minha boca, da minha cona...sentia a minha cona a ficar novamente excitada, húmida de tesão...

Ouvi um telemóvel a tocar. A ruiva atendeu e passados momentos disse que tinha de ir embora. Sorrindo, perguntou-me se daria conta do recado. "Claro" disse já me aproximando de ambos.

"Não, quero ver-te com ele, 1º" disseste. Aproximei-me então do teu irmão gêmeo. Muito parecido, mas mais sexy ainda, olhar negro, penetrante...


"Não me toques. Senta-te de pernas abertas naquela cadeira." Obedeci, contrariada, estava morta por tocar naquele corpo, naquela piça que via bem tesa, a espreitar pelos boxers..."Agora pega no champanhe e despeja lentamente pela tua cona". Fiz o que me mandou bem devagar, delicioso o arrepio que me percorreu com o champanhe gelado a tocar o clitoris, ao mesmo tempo tocava-me com a mão, esfregando-o e metendo os dedos na cona, misturando o champanhe com o meu sumo.
Baixou os boxers e agarrou na piça começando a a tocar uma punheta. "Queres que te foda com ela não queres? " Acenei com a cabeça e inclinei mais o meu corpo para trás para que visse bem os meus dedos a acariciar-me, a enterrarem-se na cona, um gemido de prazer saiu-me da boca quando senti 2 dedos a entrarem nela de uma vez...Ui, que tesão louco sentia agora...


E quando a língua me começou a lamber, então quase trepava pelas paredes, de tanto prazer, arqueava o corpo para que em lambesse bem , que me chupasse a cona com avidez, queria vir-me naquela boca gulosa...


... Sentia agora o teu caralho na minha boca, cansaste-te de ser espectador  e querias também participar. Comecei então a chupá-lo com volúpia... a língua, os lábios, os dedos na minha rata, o teu pau bem teso, na boca, o prazer era tanto que nem sei descrevê-lo e foi então que ele me penetrou sem avisar, de uma vez...uhm que piça grossa...sentia as suas investidas calmas mas firmes, fundas, a sua anca a rebolar de cada vez que entrava em mim, a pélvis a esfregar-se no meu clitóris, contorcia-me de prazer nas vossas mãos, mãos que me percorriam o corpo, as mamas, estava toda aberta, toda molhada, os bicos das mamas tesos como nunca, soltava gritos de prazer a cada estocada, até que me vim, sentia o coração a sair pela boca, o corpo a tremer de prazer, um grito de prazer...

...aquela piça continuava a mexer-se lentamente dentro de mim...senti-me levada para o sofá, com a piça dentro de mim, sentou-se comigo no colo e beijou-me, um beijo lento, mas intenso, profundo, a língua brincava com os meus lábios, lábios macios apertavam os meus, sugando-os com desejo...os braços em volta do meu corpo, esmagando-o contra si...começei a rebolar naquela piça bem tesa ainda insatisfeita...sentia um tesão doido...

...sentia as tuas mãos no meu rabo, os teus dedos a espalharem o meu suco até ele e a entrarem, 1º um depois 2 nele, alargando-o...já sabia o que querias...e quis também, duas piças bem tesudas a foder-me ao mesmo tempo, a cona e rabo, senti algum receio, tive medo de não aguentar com dois machos assim, mas o tesão era enorme, só via prazer naquele momento...sentia agora os teus dedos com lubrificante a entrarem e sairem dele, a prepará-lo bem, por vezes encostavas a tua piça à portinha e tentavas penetrar-me, como não dava sem me aleijar, continuavas a alargar, até que ele ficou pronto, então entraste nele bem devagar...


...até a teres toda enterrada até às bolas...ui, que sensação, quase que explodia de prazer com as duas piças dentro de mim, sentia-me bem cheia...começaram ambos a investir, na cona e no rabo, agarravas-meo cabelo, davas-me palmadas no rabo e apertavas-me as nádegas enquanto me fodias, ele beijava-me as mamas, o pescoço, a boca...que tesão doido, gemia tão alto que se devia ouvir a kms de distância...nunca tinha tido um prazer tal, uma foda tão espectacular, senti o teu corpo a entesar-se contra o meu rabo, uma palmada mais forte fez-me gritar, e enterraste-te bem fundo em mim, senti o calor da tua esporra nas minhas entranhas, acompanhado de um grunhido de prazer "ahhaHahaha!" e vim-me também numa explosão de espasmos, gemidos, prazer total...



Debruçaste-te sobre mim e beijaste-me as costas enquanto saias de mim. O teu irmão que continuava a foder-me a cona, colocou-se por trás de mim e meteu a piça no meu rabo, começando a fode-lo também enquanto me acariciava o clitóris, não demorou muito até que chegássemos os dois ao orgasmo também, senti a esporra dele dentro de mim, parecia agora um rio a escorrer-me pelas nádegas, pelas coxas.

Pegou em mim ao colo e levou-me para o banho.
Eram agora 6 da manhã. Resolvemos dormir um pouco, estavamos estoirados, mas satisfeitos. Muito! Dormi 2 horitas no meio de ambos, assim bem abraçada por quatro braços.
Deixei-vos pelas 8h30 a dormir bem esparramados pela cama. Lindos!

 

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Detesto o mau perder!!!!

Quando era miúda sempre me ensinaram que os adversários à altura é que dignificam as nossas vitórias seja no jogo da vida ou num qualquer jogo. E que é na Derrota e na Vitória que se vê o valor e a dignidade do vencido e do vencedor.

Que me desculpem os Benfiquistas que não encaixam, nem se associam a estas atitudes, mas ontem o Benfica mostrou o seu "mau perder" e tirou com isso um bocadinho do brilho da vitória do F.C. Porto com a atitude que teve no final do jogo na luz, para não falar, nas pedras e outras.

No entanto, o feitiço virou-se contra o feiticeiro, e a festa no relvado até foi mais bonita e tornou o ambiente quase mágico.

E depois, bastou ver a alegria dos adeptos pelo país. Lindo!!! Foi uma longa noite...

Será que eles ainda são 6 milhões???

Vamos à 2ª ronda pagar para ver se o comportamento antidesportivo se mantêm.


Viva o meu F.C.P.!

Somos Campeões, Carago!