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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Longa viagem de prazer...



Decidimos partir no final da tarde. Após um dia inteiro de reuniões, estavamos exaustos.
A mente vazia de tantos planos gizados e revistos, de tantas negociações com sucesso alcançadas. A líbido estimulada por cada olhar cruzado, por cada roçar de coxas por baixo da mesa de reuniões, por cada toque casual das nossas mãos...Só queriamos chegar a Portugal, à calma da nossa casa, do nosso quarto, tomar um longo banho de espuma juntos, só à luz das velas...os miúdos ficariam em casa dos avós, mais esta noite e teriamos a casa toda só para nós.

Despedimo-nos satisfeitos do novo cliente e entramos no elevador. Ainda mal as portas se fecharam e já sentia o teu corpo encostado ao meu, os teus lábios  no meu pescoço, as pernas a ficarem bambas pelas sensações que os teus lábios me provocavam ao deslizarem por ele, a tua respiração no meu ouvido...senti o teu membro duro contra as minhas nádegas apenas cobertas pelo cetim fino do vestido...a nossa imagem reflectida no espelho excitou-me ainda mais e num impulso rocei-as nele, sentindo-o entesar-se ainda  mais...
"Pôes-me louco de tesão!" disseste-me afastando-te de mim, pois as portas do elevador abriam-se para nos deixar sair para o estacionamento, que aquela hora estava cheio de funcionários que saíam para suas casas.

Entramos no carro, colocamos os cintos e preparamo-nos para mais uma viagem de volta a casa, das muitas que temos feito Porto «=» Madrid. Ligaste o ar condicionado, o calor na cidade aquela hora ainda se fazia sentir bastante, o ar abafado era pronúncio de uma boa chuvada de Verão.

Aos poucos fomos deixando o trânsito intenso da cidade para trás e kms de asfalto começaram a passar à frente dos nossos olhos a mais de 180. Normalmente, reclamaria um pouco contigo pelo excesso mas estava morta por chegar a casa e sabia que tu também.

Colocaste o CD da Adéle  que adoro e disseste "Descansa um pouco, querida."

Inclinei um pouco o banco para trás e fiquei a olhar a paisagem árida que voava pelo meu olhar lá fora. O cansaço tomou conta de mim e acabei por adormecer.

Acordei já a noite tinha caído. Sentia em mim uma excitação imensa, apetecias-me sobremaneira. Estavas extremanente apetecível: camisa branca um pouco aberta no peito, a gravata jazia no banco de trás pendurada junto ao casaco do fato escuro que vestias. Senti o teu olhar de soslaio sobre as minhas coxas destapadas pelo vestido que havia subido, com as mãos tentei descê-lo mas impediste-me com a mão e puxaste-o ainda mais para cima, até deixares à vista as cuequinhas de renda e cetim pretas que apenas tapavam o pequeno triângulo de pêlos do meu sexo e pouco mais.

Abrandaste a velocidade e com os dedos brincaste um pouco com a fina tira de cetim amarrada em laço na lateral da tanguinha, deslizaste-os devagar sobre o meu ventre agora arrepiado e um suspiro de prazer saiu-me dos lábios...em reflexo abri um pouco as pernas...a mão, agora aberta,  desceu um pouco pela minha barriga, até deslizar pela  minha perna até ao nterior das coxas e agarrá-la com vontade...o dedo mindinho a roçar no meu sexo...devagar...o meu corpo tremia de excitação, de desejo...

"Tira-as" disseste enquanto a tua mão agarrava agora o teu membro entusmecido de tesão dentro das calças. Fiz o que me disseste ao mesmo tempo que via o teu membro bem teso sair pela braguilha aberta e brilhar cá fora...só queria saltar para o teu colo e engolí-lo com a minha cona que estava quente e húmida...toquei-lhe com a mão, agarrei-o e quis chupá-lo mas afastaste-me gentilmente com o braço e fizeste-me deitar para trás novamente...lá fora os carros circulavam pela Auto-Estrada, alheios ao que se passava connosco...os teus dedos deslizavam agora pelo meu clitóris, massagando-o devagar...devagar penetraste na minha cona húmida, mantendo os dedos lá dentro por um instante, pressionando aquele ponto que só tu conheces...um gemido de prazer ecoou dentro do carro...levaste os dedos à boca e provaste-os..."Adoro o sabor do teu tesão" ...a tua mão alisava agora o teu caralho devagar..."Toca-te tu, querida, quero- te ver..."


Com as mãos trémulas de desejo, desapertei os botões na frente  do vestido, apertei os seios dentro do sutiã de renda preta também e desci a mão direita devagar até à minha cona, abrindo as pernas...a tua mão apertava e alisava o teu caralho mais rápido...imaginei-o a penetrar-me assim a cona bem grosso e teso como estava enquanto os meus dedos deslizavam por ela e gemi de prazer...os bicos da minhas mamas estavam totalmente erectos e saiam agora pelos buraquinhos da renda...puxei o sutiã para o lado e apertei-os rolando-os entre os dedos...


Estava enlouquecida de tesão, as mãos vageavam pelo meu corpo, que ondulava ao sabor do desejo, do prazer de me tocar e ver o teu caralho ali á minha frente entre os dedos da tua mão...imaginei que eram tuas as mãos que me tocavam, que era o teu pau que me penetrava, e não os meus dedos que freneticamente friccionavam o clitóris e me penetravam com avidez...senti-me explodir em convulsões de prazer na minha mão enquanto apertava as coxas uma contra a outra e gemidos de prazer ecoavam bem audíveis pelo carro...


...deixaste-me acalmar e puxaste-me pelo braço, querias também chegar ao auge...a  minha boca deslizou rapidamente para o objecto do meu desejo, lambendo-o e chupando-o cheia de tesão..."Desfruta, querido. E dá-me tudo o que tens." Os meus lábios desciam por ele, acompanhando o movimento da mão, sugando-o enquanto a língua o lambia dentro da boca...senti uma gota da tua excitação e soube que o climáx se aproximava para ti também. Olhei-te nos olhos "Amo-te, querido"...a lingua a deslizar suavemente pela glande...senti o impulso da tua pélvis para a frente e desci a  minha boca bem devagar por ele ao mesmo tempo que jactos de sémem se projectavam na minha garganta e um gemido de prazer saía da tua garganta, lambi-o bem devagar e voltei a fechar-te as calças...enquanto te beijava o pescoço.

A Nu...


Fui desafiada pela para responder a um inquérito. Apesar de estar em pausa, resolvi responder. Não custa nada e na realidade, já sinto algumas saudades de escrever aqui. Também reparei que mesmo em pausa, já cerca de mil pessoas me leram, e por isso, sinto-me um bocadinho em falta com esses leitores, alguns deles novos que me passaram a seguir mesmo assim.



Este inquérito tem apenas uma regra a cumprir: passar a 10 pessoas, sendo 5 homens e 5 mulheres.



No entanto, reparei que todos ou quase todos os que gostaria de desafiar, já o foram e por isso não vou designar novamente os mesmos. Fica assim, ao critério de quem passear por aqui, levar o inquérito consigo e responder.


1. Qual foi a última vez que fizeste sexo?
Ontem, ou melhor hoje, cerca da 01h00.

2. Gostavas de fazer sexo com mais do que uma pessoa ao mesmo tempo?
Talvez com 2 homens, mas teriam que ser homens com quem não tivesse qualquer ligação emocional e com quem não estivesse mais  nenhuma vez a não ser noutra situação idêntica, nunca socialmente. Apenas pela luxúria e pelo prazer.

3. Umas boas palmadas naquela hora certa... Gostas?
Sim, mas sem dor, ou mínima. Gosto mais de receber, para dar gosto mais de uns belos apalpões, ou toques bem suaves com a ponta dos dedos, por exemplo.

4. A favor ou contra o uso de palavrões durante o acto sexual?
Não tenho nada contra, desde que não envolva insultos propriamente ditos, seja apenas linguagem picante, tudo bem. Normalmente, não falo muito, só o essencial, dicas, incentivos...

5. Dominar ou ser dominado/a?
Ambos: olhos vendados, velas de massagem, umas algemas, lenços de cetim a prender braços e pernas à cama, mas nunca BDSM.

6. Onde gostas mais de ser beijado/a?
Adoro beijos, de todas as maneiras e feitios, em todo o corpo, mas os que me fazem mesmo perder o Norte, são os do pescoço e lóbulos das orelhas. Esses são fatais...

7. Sexo oral. Um prazer acrescido ou uma variação pouco usada?
Um prazer quase sempre necessário para ambos, umas vezes levado até ao orgasmo de ambos, simultâneo ou não, outras usado como complemento. Isto excluindo as rapidinhas que pela intensidade da excitação envolvida não necessitam normalmente de quaisquer preliminares deste tipo.

8. Qual o lugar menos óbvio onde fizeste sexo?
Já foram alguns, não digo menos óbvios, talvez, diferentes: capot de um carro, no alto de uma serra, em cima das rochas, no rio ao luar, nos balneários de uma praia, em cima de um empilhador, não me ocorre mais, são muitos. Tenho a sorte de ter um marido que me acompanha nestas ideias mirabolantes...

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Pausa para...



Há algum tempo que este blog deixou de fazer sentido para mim. Pelo menos por enquanto. Não sei se talvez volte ou se talvez nunca mais volte. Não sei. O tempo o dirá...

Chegou um dia em que me dei conta de que já não vinha ao blog, há imenso tempo, apesar de ter uma enormidade de coisas para vos contar, Cansei-me de escrever nele (apesar de continuar a escrever para mim, em papel, como sempre fiz), de contar as minhas histórias, de ler comentários e responder, enfim.

Talvez o seu prazo de validade tenha chegado ao fim.

Talvez o seu objectivo tenha sido cumprido. Talvez não fosse este o caminho que queria percorrer quando decidi, finalmente, depois de muitas hesitações,  ter um blog.

Talvez tenha trilhado caminhos que não sonhava percorrer. Talvez tenha testado alguns dos meus limites e posto à prova os de outros.

Talvez tenha propositamente pisado o risco, gosto do perigo (Quem não gosta?).

Talvez me tenha divertido imenso, mesmo muito, com as minhas provocações. Talvez tenha sentido prazer com isso.

Talvez tenha gostado.

Talvez tenha sofrido uma ou outra desilusão por não ter percebido logo de início que os intranautas da blogosfera não são tão diferentes como querem ser ou parecer da sua vida real e isso se reflita notoriemente nos seus blogs, nos seus comentários nos seus posts, ñas suas conversas no chat.

Talvez aquele bocadinho de fantasia e de sonho, secreto, que muitos procurámos só para nós, não passe de uma grande mentira, de uma grande hipocrisia, em que muitos apenas pretendem ter o melhor blog, o maior número de selos, de comentários, de seguidores, de sei lá mais o quê, e façam deste mundo mais uma selva virtual...

Não sei...

Na minha vida sempre priviligiei o cara-a-cara, os olhos-nos-olhos, o som de uma voz rouca nos meus ouvidos, o toque de uma pele quente na minha, o som de uma gargalhada, de um gemido de prazer...e na realidade todos sabemos que um blog não nos dá nada disso, a não ser que esse seja o objectivo dele: conhecer pessoas, o que não era o caso porque, a pessoa que necessito está, estará e sempre esteve ao meu lado, completa, de carne e osso, sem máscaras, proporcinando-me todo o prazer e felicidade do mundo.

Fiz alguns amigos virtuais, apesar de pouco sabermos uns sobre os outros, eles saberão quem são pois continuarei a falar com eles, a comentar os seus blogs, a visitá-los no chat para saber se está tudo bem, como vai a sua vida real, não a virtual pois aí está sempre tudo bem (a não ser que o Blogger lhes apague os blogs ou algo do género).

Talvez volte. Talvez...

Por agora vou dedicar-me à minha vida real. A vida virtual fica em Stand-by.







quarta-feira, 22 de junho de 2011

sexta-feira, 17 de junho de 2011

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Por uma noite vou esquecer...


...todas as maldades que me fizeste, todas as palavras injustas que ouvi da tua boca...
...o meu corpo já dói de tesão insatisfeito, de noites a rolar ao teu lado sem te tocar, de fingir que não te quero, de fazer cara de zangada quando tentas quebrar o gelo...
...acabou o castigo, porque este castigo dói-me tanto a mim como a ti...


...sinto falta de tocar a tua pele macia, de beijar os teus lábios...

...sinto falta de roçar meu corpo nu no teu...


...de tocar o teu sexo rijo de tesão...
...de o colocar em minha boca e levar-te ao delírio...





...sinto falta de ter os teus lábios a sugar, a lamber, a beijar o meu ...


...sinto falta de te ter entre as minhas coxas, de te ter dentro de mim...


...por isso prepara-te que esta noite vais ser todo meu!


terça-feira, 14 de junho de 2011

Tenho saudades de fazer amor ao som de...



Tive um namorado que era músico. Quando o conheci foi de uma forma meia estranha. Estava num bar com amigas e começou a tocar esta música de Joe Satriani que eu adorava. Fechei os olhos e deixei-me levar...


Senti um corpo encostar-se a mim por trás e uma voz rouca, dizer-me ao ouvido: "Já fizeram amor contigo como se estivessem a tocar um instrumento?". Arrepiei-me com aquele timbre bem rouco, muito sensual no meu ouvido, com o calor do seu corpo nas minhas costas...Lentamente virei-me para ver quem era o dono daquela voz e deparei-me com um moreno, de olhos negros, alto, magro que me fitava olhando profundamente dentro dos meus olhos, à espera da minha resposta.




Fitei-o demoradamente. Apesar de não ser bonito era muito atraente, cabelo escuro, pele morena, corpo magro muito bem modelado pelos anos de carreira militar que seguira desde cedo.

"Não, nunca."
"Não sabes o que perdeste" respondeu-me humedecendo os lábios carnudos.
Conversamos toda a noite até o bar fechar sobre a sua vida como miltar, como músico, sobre a minha entrada em Setembro na faculdade, sobre tudo...

Os nossos olhares cruzavam-se por cima da mesa, poisando ora nos meus lábios, ora no vale dos meus seios, ora nos dele, nos seus ombros largos...as nossas mãos tocavam-se,  por vezes, acidentalmente, e sentia um leve calor percorrer-me o corpo...vi-a o desejo toldar-lhe o olhar...

"Anda..." pegou-me na mão e levou-me com ele dali para fora.

Seguimos para sua casa, ali perto, no meu carro, e a noite foi de magia: o meu corpo vibrou de prazer, como um instrumento tocado pelas mãos experientes do seu dono, ao som de Joe Satriani. Os meus lábios beberam dos dele as notas de música, os meios seios enrigeceram ao toque das suas mãos, dos seus lábios...o meu sexo abriu-se para a sua boca ávida que o tocava, lambia, sugava, ora com a suavidade de um "adágio", ora com a loucura, a pressa de um "presto"...


...quando finalmente entrou em mim, senti um prazer indiscritível, todo o meu corpo tremia de prazer...ser penetrada ao ritmo dos toques da guitarra do Joe, era...não sei descrever...divinal...não queria que me movesse, apenas que sentisse o seu corpo mover-se, o seu membro penetrar-me, ora rápido, ora devagar, ora mantendo-se bem dentro de mim, pressionando-me a pélvis contra o meu clitóris...prolongando o prazer de ambos...enquanto me beijava docemente...arrebatando-me a alma...

Foi fantástico, um delírio dos sentidos, quando finalmente, atingimos o climáx juntos...e nos mantivemos abraçados muito tempo apenas ouvindo a música e sentindo o calor um do outro.

Não nos largamos durante vários meses, foi uma altura linda da minha vida, em que despertei a minha alma, o meu corpo para outras formas de sentir prazer, de amar, de fazer amor...adorava quando ias comigo com a tua guitarra, à noite para a beira rio e acabavamos a fazer amor dentro de água, sob o luar...quando pegavas em mim, me levavas para o alto da serra e tocavas flauta de Pan (Pan pipes- flauta dos indios da america do sul)...transportando-me para outros mundos diferentes do nosso, onde galopavamos no dorso de cavalos selvagens com penas no cabelo ao sabor do vento...

Um dia, tudo acabou...uma mulher casada estava grávida de ti, 8 meses, em breve serias pai, sem quereres, mas serias... e isso, foi demais para uma miúda de 18 anos que sonhava ter o mundo na palma da mão. Desse amor ficou a saudade e as recordações sem fim que me trazem as lágrimas aos olhos sempre que ouço esta música...





Sem inspiração...

A minha vida anda desinteressante, sem histórias para vos contar e como também não tenho inspiração para contar nada do passado, não escrevo nada.

Entretanto vou ouvindo música pois faz parte de mim, mexe com a minha alma, com a minha mente, faz o sangue correr mais depressa nas veias, faz-me sentir viva.

Aqui ficam algumas que mexem comigo.







segunda-feira, 6 de junho de 2011

Faz-me falta...

...o teu beijo!


... o teu carinho!














































... o calor do teu corpo...

                                                    ... junto ao meu!




... ficarmos coladinhos no sofá a ver um filme!




... o tesão que me provocas quando estou contigo, quando ouço a tua voz rouca a dizer que me amas, que me desejas!