Miudos em casa da avô e dá nisto. Cambalhota para aqui, chupar "gelados" o fim de semana todo, enfim... Só visto! Muito calor mesmo!
Neste blogue pretendo falar de tudo o que me surpreende e inquieta, de tudo o que me faz rir e chorar, de tudo o que me faz seguir em frente na vida, de tudo o que quiser partilhar com todos e com ninguém ao mesmo tempo...
Pesquisar neste blogue
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
O sabonete de anis...
Finalmente ía ter uns momentos só para mim. Resolvi experimentar os sais e sabonetes artesanais com novos cheirinhos que comprei.
Rebentos já na cama a dormir a sono alto.
Coloquei a banheira a encher de água bem quentinha, sais de gengibre...afrodisiaco segundo dizem... velas, ambiente intimista com uma musiquinha calma.
Entro na água, de imediato sinto a pele a reagir de prazer ao calor...Recosto-me na banheira, ligo a hidromassagem, hum, óptimo.
O sabonete é de anis, passo-o devagar nos braços,seios, barriga, interior das coxas, sexo...leve tremor, um arrepio de prazer...continuo pelas pernas, diversas vezes pelo corpo todo, sinto-me a descontrair. Aos poucos a água quente e o toque das minhas mãos na minha pele macia começam a provocar outras sensações e desejos...volto a tocar-me no interior das coxas, masturbo-me um pouco com o sabonete, delicioso...
"Posso?" a tua voz rouca interrompe-me os desvaneios.
Vejo pelo espelho que estás já em tronco nu, fecho das calças aberto...chegaste ao pé de mim, tocas-me nos seios, num ápice já coloco o teu sexo na minha boca, bem até ao fundo, estás cheio de tesão, começo agora em suaves lambidelas apartir dos testículos e até à ponta, por vezes sopro ao de leve, estremeçes, sei que gostas dessa sensação quente/frio.Estás de olhos bem fechados, a sentir todas as sensações que te provoco...
"Vem para aqui, quero-te..."
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
A urgência...
Ontem fui a casa na hora de almoço. Estava Sol, um dia bom. Resolvi almoçar no terraço. Deixei-me ficar ali um pouco, a relaxar. O Sol beijava de leve a minha pele, uma leve brisa teimava em levantar-me a ponta das saia de seda que roçava de leve nas minhas coxas. Ao prendê-la no meio das pernas, toquei no meu sexo, senti-o quente, não resisti a tocar-lhe por baixo do body que vestia, acariciei-me, de leve... estava húmido, a palpitar, sentia o desejo a crescer dentro de mim, forte!!! Abri as pernas, os colchetes do body já estavam a mais... os dedos escorregaram num vai e vem delicioso...
seios entusmecidos de prazer, quero mais...ligo-te: "Vens? Sim??? Tenho urgência de ti!...Rápido..."
O sol e a brisa continuavam a sua brincadeira...Os dedos também, escorregavam pela minha cona, pelo meu corpo, estava em brasa...
Chegaste, só senti a tua respiração quente entre as minhas coxas, a lingua, os teus lábios com avidez a provocar-me ondas avassaladoras de prazer..."Quero-te chupar...vem cá..." Os meus lábios entreabertos à espera dele, grosso, vibrante..."Quero-te dentro de mim, anda..." senti-o a penetrar-me todo de uma vez, as costas em cima da mesa de pedra..."Põe-me louco" dizes tu.
"Come-me como se não houvesse amanhã, querido"
"Sim, tudo o que quiseres"
seios entusmecidos de prazer, quero mais...ligo-te: "Vens? Sim??? Tenho urgência de ti!...Rápido..."
O sol e a brisa continuavam a sua brincadeira...Os dedos também, escorregavam pela minha cona, pelo meu corpo, estava em brasa...
Chegaste, só senti a tua respiração quente entre as minhas coxas, a lingua, os teus lábios com avidez a provocar-me ondas avassaladoras de prazer..."Quero-te chupar...vem cá..." Os meus lábios entreabertos à espera dele, grosso, vibrante..."Quero-te dentro de mim, anda..." senti-o a penetrar-me todo de uma vez, as costas em cima da mesa de pedra..."Põe-me louco" dizes tu.
"Come-me como se não houvesse amanhã, querido"
"Sim, tudo o que quiseres"
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Até morrer!...
Vamos fazer amor, sexo, ter relacções sexuais, foder, fornicar, pinar, o que lhe queiram chamar, até não termos mais carne sobre os ossos, até que estes fiquem limpos, apenas na posição que cada um escolher para morrer unido a alguém até à eternidade...
Aí, o formato dos caixões teria de mudar, imaginem as várias posições do kamasutra. Qual delas escolheriam? Eu escolhia uma destas:
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Adoro...
Ontem ouvi uma Sra. com uns cerca de 50 anos a dizer que Graças a Deus o seu marido já não tinha potência Sexual, dizia ela que ele queria mas não conseguia e ela que até nunca tinha gostado de "relações sexuais" também não o incentivava.
Até pode ser mas qual é a mulher que não gosta que lhe lambam,chupem a rata, que lhe beijem o corpo, que lhe agarrem as nadegas e as penetrem com urgência? Qual é a mulher que não gosta de tocar o corpo de um homem, de o beijar, de se roçar nele, de lhe chupar o sexo até sentir a esporra a jorrar em jatos de prazer? Todas as mulheres gostam, podem é não ter a sorte de encontrar um homem que saiba amá-las e fornicá-las como deve ser, ou então armam-se em púdicas e não dão espaço ao amor, ao desejo.
Eu adoro quando o meu macho me ama, me lambe, me come até me deixar extenuada de prazer, sem Norte...
Até pode ser mas qual é a mulher que não gosta que lhe lambam,chupem a rata, que lhe beijem o corpo, que lhe agarrem as nadegas e as penetrem com urgência? Qual é a mulher que não gosta de tocar o corpo de um homem, de o beijar, de se roçar nele, de lhe chupar o sexo até sentir a esporra a jorrar em jatos de prazer? Todas as mulheres gostam, podem é não ter a sorte de encontrar um homem que saiba amá-las e fornicá-las como deve ser, ou então armam-se em púdicas e não dão espaço ao amor, ao desejo.
Eu adoro quando o meu macho me ama, me lambe, me come até me deixar extenuada de prazer, sem Norte...
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Só...
Ela estava só!
O cabelo desgrenhado, olheiras fundas, negras, dentes podres e amarelos do cigarro que lhe pendia dos dedos magros e escanzelados, a roupa velha e gasta, a pele sem brilho.Há muito que não tinha ninguém que lhe mostrasse carinho, respeito. Não se lembra de quando foi a última vez que um homem lhe tocou com desejo, que lhe acariciou as carnes com tesão. Serão meses, anos???...
Agora tirando os broches que faz a velhos sebentos a troco de míseros euros ("Chupa aí, sua puta, dizem eles, vou-te esporrar essa tromba toda), está só.
Não tem ninguém: nem filhos, pais, irmãos, amigos. Ninguém...
Por vezes vêm-lhe à memória o tempo em que acompanhava homens de negócios, políticos, em viagens pelo mundo, bons hoteis, boa comida, joias, dinheiro muito dinheiro por noites de prazer ou de confidências sem fim. Tem saudades desse tempo em que era tratada com respeito, admirada pela sua beleza exótica e fodida como deve ser, por homens que não tinham em casa ou não tinham coragem de ser com as esposas como eram com ela. E alguns eram mesmo bons, sabiam com deixá-la louca de tesão por eles. Esses ela aceitava acompanhar mais vezes, juntava o útil, muitos euros, com o prazer de ter orgasmos fabulosos. Dele é que se lembra sempre...
Agora está só, o peso da solidão é tanto que oprime, parece que a aperta contra o sofá no canto da divisão onde vive e que lhe serve de quarto, sala, casa de banho, cozinha...
Na TV a preto e branco que encontrou abandonada no lixo, vê-o, algumas vezes em debates. Nunca casou, continua sozinho.
Quando o vê, o coração bate novamente descompassado, sente um friozinho na barriga, sabe que não é a fome a apertar, e lá em baixo a vagina que até se esquece que existe, dá sinais de vida: fica quente, latejante, húmida, como quando estava com ele e sabia que ía sentir o seu membro teso, duro, cabeçorra grossa a penetrá-la devagar como se quizesse sentir cada pedaço das suas entranhas, os braços apertando-a contra si..."Gosto de ti, dizia ele, Muito" e comia-a vezes sem fim até ficarem ambos esgotados e adormecerem nas madrugadas do Mundo...
Sente uma lágrima a cair e outra e mais outra se seguem, para ela a vida ficou para trás, agora apenas sente as horas passar e os dias, os meses, os anos a esvair-se-lhe por entre os dedos, à espera que a vida se esgote.
Talvez se não ligar a TV, não o veja e o coração se canse de bater...Para Sempre!
O cabelo desgrenhado, olheiras fundas, negras, dentes podres e amarelos do cigarro que lhe pendia dos dedos magros e escanzelados, a roupa velha e gasta, a pele sem brilho.Há muito que não tinha ninguém que lhe mostrasse carinho, respeito. Não se lembra de quando foi a última vez que um homem lhe tocou com desejo, que lhe acariciou as carnes com tesão. Serão meses, anos???...
Agora tirando os broches que faz a velhos sebentos a troco de míseros euros ("Chupa aí, sua puta, dizem eles, vou-te esporrar essa tromba toda), está só.
Não tem ninguém: nem filhos, pais, irmãos, amigos. Ninguém...
Por vezes vêm-lhe à memória o tempo em que acompanhava homens de negócios, políticos, em viagens pelo mundo, bons hoteis, boa comida, joias, dinheiro muito dinheiro por noites de prazer ou de confidências sem fim. Tem saudades desse tempo em que era tratada com respeito, admirada pela sua beleza exótica e fodida como deve ser, por homens que não tinham em casa ou não tinham coragem de ser com as esposas como eram com ela. E alguns eram mesmo bons, sabiam com deixá-la louca de tesão por eles. Esses ela aceitava acompanhar mais vezes, juntava o útil, muitos euros, com o prazer de ter orgasmos fabulosos. Dele é que se lembra sempre...
Agora está só, o peso da solidão é tanto que oprime, parece que a aperta contra o sofá no canto da divisão onde vive e que lhe serve de quarto, sala, casa de banho, cozinha...
Na TV a preto e branco que encontrou abandonada no lixo, vê-o, algumas vezes em debates. Nunca casou, continua sozinho.
Quando o vê, o coração bate novamente descompassado, sente um friozinho na barriga, sabe que não é a fome a apertar, e lá em baixo a vagina que até se esquece que existe, dá sinais de vida: fica quente, latejante, húmida, como quando estava com ele e sabia que ía sentir o seu membro teso, duro, cabeçorra grossa a penetrá-la devagar como se quizesse sentir cada pedaço das suas entranhas, os braços apertando-a contra si..."Gosto de ti, dizia ele, Muito" e comia-a vezes sem fim até ficarem ambos esgotados e adormecerem nas madrugadas do Mundo...
Sente uma lágrima a cair e outra e mais outra se seguem, para ela a vida ficou para trás, agora apenas sente as horas passar e os dias, os meses, os anos a esvair-se-lhe por entre os dedos, à espera que a vida se esgote.
Talvez se não ligar a TV, não o veja e o coração se canse de bater...Para Sempre!
Subscrever:
Mensagens (Atom)












